sexta-feira, abril 25, 2008

eu casava com ele se ele quisesse # 17


josé sócrates






brincadeirinha.
viva o 25 de abril que nos deu A liberdade, aquela que me permite hoje fazer uma parvoíce como esta:



em todo o caso eu até acho o engº sócrates um senhor atraente.

quinta-feira, abril 24, 2008

HOJE! ou pausa no conclave nº 2


a naifa _ sesimbra

de maneira a defender a minha credibilidade, há que realçar que isto não quer dizer que não esteja a cumprir o meu conclave afincadamente. mas deixar de fazer certas coisas é que não.

segunda-feira, abril 21, 2008

HOJE! ou pausa no conclave que a vida não é só estudar

nick cave _ coliseu dos recreios


He came on like a punch in the heart
Lying there with the light on his hair
Like a Jesus of the moon
A Jesus of the planets and the stars

são as minhas palavras no rescaldo do concerto de ontém. sério candidato a concerto da minha vida.
não faço críticas, quem quiser ler fica aqui.

sábado, abril 19, 2008

habemvs stvdvm

a dona deste blog está em conclave académico.
esperando pelo fumo branco do fim de curso.

sexta-feira, abril 18, 2008

eu casava com ele se ele quisesse # 16


roger federer

estava-se mesmo a ver, tinha de ser ele esta semana. fantástico, o melhor de sempre. ontém não teve adversário minimamente à altura, foi pena.
e não choveu tanto como pensava, tive sorte.

quarta-feira, abril 16, 2008

amanhã

depois de muito aninhos a querer ir e a nunca conseguir, este ano era imperdível. mas para não ser totalmente perfeito achou-se por bem vir uma chuvinha.
merda. é preciso azar...

se encontrar o federer vou pedi-lo em casamento.

sábado, abril 12, 2008

e agora algo completamente diferente

vivemos tempos em que só não alargamos os nossos horizontes musicais se formos completamente obtusos. basta esperar uns minutos pela finalização do download e temos um álbum novinho à espera de ser ouvido. é ilegal? sim. paciência. caso contrário não conheceria metade da música que conheço hoje.
por isso hoje lembrei-me, depois de ter lido há uns dias que esta miúda cabo verdiana ganhou um prestigiado prémio da bbc, que seria interessante ouvir um tipo de música que não está de todo nos meus hábitos.
tal tornou-se não interessante mas sim maravilhoso, deslumbrante. paixão imediata e ainda só vou na segunda música. acabei de recuperar uma certa doçura que me tem faltado nestes últimos dias de hormonalidades.

myspace

sexta-feira, abril 11, 2008

eu casava com ele se ele quisesse # 15


josé luís peixoto

o meu escritor português, bebo cada palavra que este homem escreve, ainda não li nada dele de que não tivesse gostado.
vem um pouco no seguimento do post de ontém, aquele poema formidável, musicado pela minha banda portuguesa.

quinta-feira, abril 10, 2008



todo o amor do mundo não foi suficiente porque o amor não serve
de nada. ficaram

os papéis e a tristeza, ficou só a amargura e a cinza dos cigarros e
da morte.
os domingos e as noites que passámos a fazer planos não foram
suficientes e
foram
demasiados porque hoje são como sangue no teu rosto, são como
lágrimas.
sei que nos amámos muito e um dia, quando já não te encontrar em
cada instante, cada hora,
não irei negar isso. não irei negar nunca que te amei. nem mesmo quando estiver
deitado,
nu, sobre os lençóis de outra e ela me obrigar a dizer que a amo
antes de a
foder.

josé luís peixoto

segunda-feira, abril 07, 2008

rai's m'a partam mais a m&%$# dos concertos!


the mars volta + dEUS, 2 de agosto
paredes de coura

domingo, abril 06, 2008

close to paradise


5 de abril, portinho da arrábida

sexta-feira, abril 04, 2008

eu casava com ele se ele quisesse # 14


christian camargo a.k.a. ice truck killer

melhor que o dexter, só mesmo o seu arqui- inimigo.

quarta-feira, abril 02, 2008

um homem mede-se pelo tamanho da pasta

ele sempre soube que a sua vocação era o mundo das leis. aos seis anos olhava fascinado o pai a tratar das toneladas de papéis, e tinha como brinquedo preferido uma pastinha de cabedal, igual à do pai, e entretinha-se a enfiar para dentro da pastinha as folhas com os desenhos das primeiras letras. sentia-se já um pequeno advogado. era ele que resolvia as disputas de recreio.
com a adolescência, cresceu ele e o tamanho da pasta. quando todos os amigos jogavam magic ou simplesmente apalpavam umas miúdas ele preferia ler o código civil do início ao fim, e todos os meses apanhava o autocarro para o rato para ir assistir ao debate mensal na assembleia.
aos 18 anos, a felicidade suprema. entrou em direito para a clássica, a melhor do país como lhe chamam, o mundo de oportunidades à sua frente. podia conhecer pessoas como ele, podia humilhar os que não percebem tanto quanto ele. e podia finalmente comprar uma pasta de cabedal a sério. grande, com fecho dourado, duas repartições, pele genuína. uma vaidade, passeá-la pelos corredores daquele edifício austero.
enche-a agora de folhas de atentos apontamentos e de manuais, e códigos, e livros de casos práticos.
nas primeiras aulas do primeiro ano decidiu começar a estudar sem falhar um único dia. decidiu ser da elite, os melhores.
só não julgava que tal iria ser tão fácil.
ao ler a primeira linha do manual de direito constitucional do professor jorge miranda sentiu algo que ainda não tinha sentido. um formigueiro, um arrepio na espinha. que será isto?, pensou ele. continuou. reparou que quanto mais lia mais o sentimento se adensava. estudar ainda é melhor do que eu pensava, não vou parar, não vou parar nunca, não voooouu... e veio-se. ali. na secretária. as calças molhadas, a pasta a salvo, graças a deus. descobriu a sexualidade enquanto estudava. o direito é o seu sexo, a penetração do sublime saber no seu cérebro ávido.
a partir daí a vontade de estudar, como se compreende, nunca esmoreceu. pelo contrário, foi aprendendo técnicas de retardamento da ejaculação. quando se sente demasiado excitado por um autor, muda para outro. e para outro. até que se deixa vir, pela magnífica sensação de ter alcançado o verdadeiro saber.
hoje em dia os orgasmos dão-se em qualquer lado. já aprendeu a controlar o som que lhe sai da boca, mas os músculos faciais denunciam espasmos de prazer enquanto analisa o acórdão do tribunal constitucional sobre uma matéria tão interessante como a do direito à informação ambiental por parte dos particulares.

post surgido na aula de direito de ambiente enquanto observava a discussão animadíssima levada a cabo pelos meus queridos e adorados colegas.
decididamente, não me conhecem.

terça-feira, abril 01, 2008

post de quem já não escreve nada há uns dias

valeu a pena até ao mais ínfimo cêntimo.
um dos concertos da minha vida.

os meus sonhos com famosos continuam, e desta vez foi com a beth gibbons. sonhei que ela estava a planear matar o marido, e que eu assistia a tudo como se fosse uma espectadora.

pela primeira vez fui ao cinema ver um filme português, e confesso aqui que uma das razões que me levou a ir ver o lovebirds foi o michael imperioli que adoro desde os sopranos, por isso sou aquela típica portuguesa mete nojo que acha que um filme português com um título em inglês e actores estrangeiros já deve valer a pena ir ver. e de facto valeu, bastante mesmo. bom filme.