quarta-feira, janeiro 30, 2008

super freak

vi-o finalmente ontém e conseguiu ser melhor do que eu estava à espera. a unanimidade é mais que merecida: eu não percebo muito de cinema, mas a meu ver este é um filme excepcional. daqueles que só aparecem de vez em quando. como o juno.
também tal como o juno, tem uma banda sonora que resulta na perfeição.

terça-feira, janeiro 29, 2008

há pessoas que falam como se já tivessem passado por tudo. como se soubessem exactamente aquilo por que outra pessoa está a passar, lá está, por já terem passado pela mesmíssima coisa. pior, afirmam com toda a segurança que aquilo que está a acontecer é o seguinte e só tens de fazer assim assim e assim. e o que são os problemas dos outros ao pé da sua vida conturbadíssima?
saber ouvir é uma virtude. saber escutar e não assoberbar o outro com experiências mais ou menos pessoais.

tenho muito medo de cair no erro de ser uma pessoa assim.
peço encarecidamente que me esmurrem de cada vez que agir assim. é para o meu bem.

segunda-feira, janeiro 28, 2008

song of joy

ele há coisas.
depois do dia horroroso de ontém, em que só me apetecia dormir e acordar só hoje, esquecer que dias 27 existem todos os meses do calendário, sou brindada por um dia perfeito.
finalmente estou de férias, fiz duas cadeiras num mês, uma delas com um resultado muito para além das minhas expectativas mais optimistas, compro o meu bilhete para portishead, e recebo a notícia do nick cave em portugal.
e o dia ainda não acabou, a noite promete ser muito boa também.


nick cave _ coliseu dos recreios
21 de abril

domingo, janeiro 27, 2008



ainda como consequência do fascínio causado pelo filme, fui à descoberta da maravilhosa banda sonora . não defraudou as minhas expectativas, é deliciosamente infantil, engraçada, comovente. conta com nomes como belle & sebastian, sonic youth e cat power, entre outros menos conhecidos.
dentro dos menos conhecidos houve uma voz que captou a minha atenção. fui então descobrir mais, sobre uma cantora chamada kymia dawson.
diz-se que pertence a um movimento chamado anti-folk, seja lá o que isso for. as canções são apenas a sua voz de miúda e guitarra acústica. as letras parecem saídas quase da mente de uma criança, fala de beijinhos, de mudanças de casa, de brincadeiras.
é uma doçura. dá vontade de regressar à infância e brincar despreocupadamente, rodopiar em vestidos brancos de algodão e jogar à cabra cega.

myspace



have you ever been swindled by a swindler who lies
'cause he wants to see you smile, have a good time, be inspired
and he doesn't want for you to cry or know he cries inside
so he hides behind his great triumphant rock and roll disguise
we want things to be real but you really can't deny
we feel excited and on fire is it wrong to lie and say he's fine
when the reason he's not fine is the pressure of the power changing lives
and just for an hour all these people will be better people

take this job and shove it, adios I'm a ghost
I am leaving for the coast and I'll never work for anyone again
I am not your savior or your heavenly host
I'm just a piece of zwieback toast
getting soggy in a baby's achin' mouth
I'm going south like the geese
I just goosed you and so maybe I seem loose to you
but I don't even want to screw
and I did once
but I don't now
now that I see how you do things
the way you play and sing's amazing
but the way you play the game is crazy
you don't have to say you're sorry you don't owe me anything
don't owe me anything

sometimes it seems like I've got all the answers
but the answers aren't the same when the questions keep on changing
like how will I react when I see my mother crying
every single day 'cause she is afraid of dying?
and how will I contain my anger
when Delila plays Unchained Melody instead of Lost In Your Eyes?
and where will I go where I can feel safe
when my family sells its place and we all split up and move away?

I'm trying to be brave 'cause when I'm brave
other people feel brave
but I feel like my heart is caving in

kimya dawson _ caving in

" the right person will still think the sun shines out your ass"

vi este filme ontém. há muito que não via nada que me tocasse tanto, fiquei completamente maravilhada.
ainda não estreou por cá, por isso deixo o link de onde vi. demora muito a carregar mas vale a pena.


sexta-feira, janeiro 25, 2008

eu casava com ele se ele quisesse # 3

patrick wolf

ok, quanto a este tudo é ainda mais impossível, pelas razões sobejamente conhecidas. ainda assim, se ele quisesse casávamos e podíamos ir às compras juntos, ou descer a rua aos pulinhos e a rodopiar enquanto cantávamos esta .

este menino é fantástico, e o último álbum dele tem sido frequentemente ouvido por estes lados.


as sextas feiras passam a ser (em princípio) o dia oficial desta rubrica parvinha.

quinta-feira, janeiro 24, 2008

drinking in l.a.


bran van 3000 _ drinking in l.a.

apanhei há bocado por acaso este vídeo no vh1. há anos que não ouvia esta canção, já nem me lembrava de como gosto dela. sem saber explicar porquê esta é uma das minhas canções favoritas, de sempre. e este vídeo transporta-me para um verão quente, algures em, não sei...99? em que os canais de música, que via insistentemente durante as minhas férias, nos tempos do saudoso viva II, que moldou muito o meu gosto musical, passavam este vídeo vezes sem conta. e eu ficava fascinada a ouvir esta melodia... lembra-me mergulhos na piscina, tardes inteiras dentro de água, e por vezes noites também, quando os mosquitos deixavam.
lembra-me uma altura tranquila, muito tranquila, em que as férias do verão pouco tinham para contar, eram algo solitárias até. eu e os canais de música a maior parte das vezes.

quarta-feira, janeiro 23, 2008

a esta hora o peso dos olhos é já um fardo demasiado pesado para suportar. apesar de não ser tarde e ter de estudar, isso é o que menos estou a fazer a esta hora. e para mais invadiu-me uma tristeza inversamente proporcional à alegria que senti durante todo o dia. coincidiu com a minha mudança de playlist, pela primeira vez em três dias deixei de ouvir morphine. e parece que comecei mesmo a ressacar.


para animar, ou não, um momento de humor negro por parte de uma amiga minha.

a vida é demasiado curta, o heath ledger que o diga.

terça-feira, janeiro 22, 2008

superbad

nunca na vida daria dinheiro por um filme cujo título em português era super baldas. mas este filme vale definitivamente a pena.

sou péssima a resumir filmes, como tal podem encontrar mais aqui.
e se estiverem mesmo interessados fica o link para verem à borla.

Fogell:Yo guys! Sup?
Seth: Fogell, where have you been, man? You almost gave me a goddamn heart attack. Let me see it. Did you pussy out or what?
Fogell:No noooo, man. I got it; it is flawless. Check it!
Evan: [examining the fake ID] Hawaii. All right, that's good. That's hard to trace, I guess. Wait... you changed your name to... McLovin?
Fogell: Yeah.
Evan: McLovin? What kind of a stupid name is that, Fogell? What, are you trying to be an Irish R&B singer?
Fogell: Naw, they let you pick any name you want when you get down there.
Seth: And you landed on McLovin...
Fogell:Yeah. It was between that or Muhammed.
Seth: Why the FUCK would it be between THAT or Muhammed? Why don't you just pick a common name like a normal person?
Fogell: Muhammed is the most commonly used name on Earth. Read a fucking book for once.
Evan: Fogell, have you actually ever met anyone named Muhammed?
Fogell: Have YOU actually ever met anyone named McLovin?
Seth: No, that's why you picked a dumb fucking name!
Fogell: Fuck you.
Seth: Gimme that. All right, you look like a future pedophile in this picture, number 1. Number 2: it doesn't even have a first name, it just says "McLovin"!
Evan: What? One name? ONE NAME? Who are you? Seal?
Seth: Fogell, this ID says that you're 25 years old. Why wouldn't you just put 21, man?
Fogell: Seth, Seth, Seth. Listen up, ass-face: every day, hundreds of kids go into the liquor store with fake IDs, and every single one says they're 21. Pssh, how many 21 year olds do you think there are in this town? It's called fucking strategy, all right?
Evan: Stay calm, okay? Let's not lose our heads. It's... it's a fine ID; it'll... it's gonna work. It's passable, okay? This isn't terrible. I mean, it's up to you, Fogell. This guy is either gonna think 'Here's another kid with a fake ID' or 'Here's McLovin, a 25 year-old Hawaiian organ donor'. Okay? So what's it gonna be?
Fogell:[grinning] ... I am McLovin!
Seth: No you're not. No one's McLovin. McLovin's never existed because that's a made up dumb FUCKING FAIRY TALE NAME, YOU FUCK!

domingo, janeiro 20, 2008

morphine ou a minha mais recente paixão musical


após o post daqui lembrei-me que já há alguns tempos me apetecia conhecer mais de morphine. e para começar a conhecer o trabalho de uma banda nada melhor que ouvir um best of, se a banda o tiver. os morphine têm este, the best of morphine 1992 - 1995.

até agora, fabuloso.


Cure for pain

Where is the ritual
And tell me where where is the taste
Where is the sacrifice
And tell me where where is the faith
Someday there'll be a cure for pain
That's the day I throw my drugs away
When they find a cure for pain
Where is the cave
Where the wise woman went
And tell me where
Where's all that money that I spent
I propose a toast to my self control
You see it crawling helpless on the floor
Someday there'll be a cure for pain
That's the day I throw my drugs away
When they find a cure for pain
When they find a cure find a cure for pain


actualização: ouvida toda a discografia confirma-se: como pude demorar tanto tempo a descobri-los? sensuais, sofisticados, geniais.

sexta-feira, janeiro 18, 2008

hoping



fiz a experiência. demorei exactamente um minuto e doze segundos a quebrar em lágrimas, o que já não costumava acontecer, não com esta.
mas nesta como em muitas outras vivem presos os meus fantasmas, que são libertados com o desfilar das notas. quando acaba fico bem outra vez. são uma espécie de fantasminhas brincalhões que de vez em quando precisam de ser libertos, para depois sossegarem um pouco. um queimar de energias, chamemos-lhe assim.


Hope there's someone
Who'll take care of me
When I die, will I go

Hope there's someone
Who'll set my heart free
Nice to hold when I'm tired

There's a ghost on the horizon
When I go to bed
How can I fall asleep at night
How will I rest my head

Oh I'm scared of the middle place
Between light and nowhere
I don't want to be the one
Left in there, left in there

There's a man on the horizon
Wish that I'd go to bed
If I fall to his feet tonight
Will allow rest my head

So here's hoping I will not drown
Or paralyze in light
And godsend I don't want to go
To the seal's watershed

Hope there's someone
Who'll take care of me
When I die, Will I go

Hope there's someone
Who'll set my heart free
Nice to hold when I'm tired

all mine

portishead
27 de março _ coliseu de lisboa

quinta-feira, janeiro 17, 2008

eu casava com ele se ele quisesse # 2

neil hannon the divine comedy

este porque descobri recentemente dele uma música perfeita. daquelas que fazem parar o relógio e a rotação da terra. chama-se our mutual friend e é linda. e assim, se casássemos ele podia compor uma música linda sobre nós e depois cantar para mim cheio de charme.
ou não.

quarta-feira, janeiro 16, 2008

dou por mim a pensar que não consigo desprezar ninguém. simplesmente não consigo. ninguém.
o que me leva a falar bem com pessoas de quem não gosto, há quem lhe chame hipocrisia também, é capaz de ser, mas no meu caso deve-se a esta minha deficiência.
o que me põe em situações incómodas de dar boleias indesejadas.
o que me deixa ser vítima de verborreia já que não consigo deixar de responder, nem que seja com monossílabos, o que dá a entender que estou interessada quando na realidade me apetece fuzilar aquela pessoa.
e piora tudo um pouco quando a pessoa relativamente à qual pensamos: agora despreza, não, não fales, não mostres fraqueza, não olhes sequer, pára de sorrir, é a aquela que foi e de certa maneira é a pessoa central na minha vida. apesar de tudo.

não que desprezar o próximo seja uma atitude de enaltecer, nada disso. mas tem-me feito uma falta nestes últimos dias. meses.

segunda-feira, janeiro 14, 2008

eu casava com ele se ele quisesse # 1

inspirada pelo post da maria aqui, vou inaugurar hoje uma rubrica neste blog que já andava para fazer há bastante tempo mas que sempre achei uma coisa um bocado para o ridículo. mas eu sou ridícula, por isso cá vai.

a rubrica chama-se

eu casava com ele se ele quisesse

e a primeira vítima é um dos meus mais recentes vícios. de uma das bandas mais geniais que por aí andam, a fazer a melhor e mais tresloucada música que por aí se ouve, kevin barnes dos of montreal

domingo, janeiro 13, 2008

devo ter a mania # 2

onde é que estavas com a cabeça, onde? um treze numa cadeira já não te chega e então, como se não bastasse ainda sem saber como fazer outras duas, porque não inscreveres-te numa melhoria? e por que não confiar na tua professora quando disse isto as melhorias só lá para o fim do mês. agora toma! tens melhoria na segunda e exame, para o qual não percebes a ponta dum corno, na quarta. um tema para fazer para a melhoria, é madrugada de domingo e estás bloqueada. e como se não bastasse a perder tempo a fazer um post no blog. deves ter mesmo a mania deves...



estou tão tramada...

sexta-feira, janeiro 11, 2008

importa-se de repetir?...

não sei se é dos anos de estudo, se a pura distracção por ir com o leitor de mp3, ou simplesmente a força do hábito, já que a interacção com estranhos quando vamos sózinhos se resume a «era um pacote de pastilhas de mentol, se faz favor» ou «com licença, obrigada». mas hoje fui simplesmente ridícula, quando me despedi da personagem que me pediu dinheiro para o bilhete do comboio e, tendo em conta que estava eu própria a tirar um bilhete na máquina, à espera do troco, não tive outra alternativa senão dar-lhe os dez cêtimos do troco de quatro euros e dez, com um


obrigada.

obrigada?! eu tinha acabado de dar dez cêntimos ao carocho, que raio estava eu a agradecer? o facto de ter-me livrado de duas moedas de cinco cêntimos? ou o facto de ele me ter proporcionado a oportunidade de fazer a minha boa acção do dia? foi apenas e só...um momento muito estúpido. e ridículo.

quinta-feira, janeiro 10, 2008

this is a letter to mr trent reznor

Dear Trent,

I'm sure you will read this letter, since you are a huge fan of my fantastic blog. That's why I'm writting this letter to you, because you visited me tonight. Yes, don't you remember? You and your band were playing tonight, inside my head, and I was there, right in the front row. And then you went to touch your fan's hands, but you didn't touch mine. You grabbed my hand and pulled me after you, I had to run, you are very strong you know?
Do you still remeber what I said to you? I said: please, take me with you. But apparently you didn't, because I woke up and I was still in my bed, and I am still at home, looking for courage to face another day studying.
So, the question is? Are you coming to pick me, or was it just a dream? I really would like to change the way my life is going, it would be nice to do a fresh restart. But...I don't like you that much, and it's been a while since the last time I listened to nine inch nails, so...maybe I wouldn't mind if you don't come, don't worry. I'll be fine.


sim, eu sonhei mesmo que estava a ver um concerto de nine inch nails e que me virava para o trent reznor e pedia-lhe com estas mesmas palavras: take me with you. tenho uma mente perturbada...

terça-feira, janeiro 08, 2008

resolução de ano novo # 2

post scriptum
atravesso a cor luminosa dos sonhos sem me deter
aqui deixo o espólio daquele cuja vida
é cintilação em lugares nítidos
(um pouco de café, uma carta, um pedaço de vidro)
tenho a certeza de que se virasse o corpo do avesso ficaria tudo por recomeçar
mas se aqui voltares
talvez encontres estes papéis escritos
no recanto mais esquecido da noite...talvez descubras o vazio onde o corpo gasto esperou
vou destruir todas as imagens onde me reconheço
e passar o resto da vida assobiando ao medo
«selvagem» , al berto
ler mais poesia

domingo, janeiro 06, 2008

devo ter a mania...

dou por mim a pensar na minha espiritualidade. ou na falta dela. ou talvez na sua peculiaridade.
passo a explicar. como talvez a maior parte das crianças portuguesas recebi a educação católica. frequentei a catequese e fiz a primeira comunhão. fui baptizada quando ainda era apenas uma bébé moreninha e rechonchuda (sem ter chorado na altura em que levei com a água benta em cima, o que me parece digno de registo). não sei bem porquê, mas guardo muito poucas recordações dos ensinamentos católicos. talvez por défice de atenção ou por falta de prática. hoje em dia sou completamente arredada dos ritos religiosos, já não assisto a uma missa desde o último baptizado a que fui e já nem me lembro quando tomei a minha última hóstia.
ainda assim rezo. rezo a qualquer coisa que não sei identificar. não sinto que reze ao Deus dos católicos, não sinto que seja a ele que me dirija. mas ainda assim dirijo-me a um meu deus. ponho-me a pensar no que isto significa. acho que é mesmo consequência do meu egoísmo e do meu individualismo, é isso que me leva a ter uma certa convicção de que rezo para algo que é só meu, algo que só a mim me ouve e como tal só a mim me pode atender. mas que terá isto de tão diferente com as orações do comum dos fiéis? quanto mais penso mais ridículo me parece, não entendo de onde vem esta minha convicção de que sou especial ao ponto de ter um deusinho só para mim.
mas à noite, na hora de tentar retemperar energias e de buscar a tranquilidade para um sono repousante, parece-me óbvio que me dirijo em pensamento a algo meu, a algo superior a mim mas que, sem dúvida, é meu. anjo da guarda? acho que não, isso soa-me a revistinhas brasileiras de horóscopos, daquelas veja aqui qual é o seu anjinho da guarda. não, eu sou diferente, eu tenho um deus só para mim. e não acredito no Deus dos outros. esse não existe.

sexta-feira, janeiro 04, 2008

hoje

dói mais do que nunca.
arde mais do que nunca.
corrói como nunca.
morreu como nunca.
vejo-o como nunca.


nunca mais.


e depois de ter escrito este post toca esta na minha playlist.

I married a man oh then
I married a man oh then
I married a man he was the plague of my life
And I wish I was single again
I wish I was single again
Cause when I was single, my pockets did jingle and
I wish I was single again
He beat me and banged me oh then
He beat me and banged me oh then
He beat me and banged me he swore he would hang me and
I wish I was single again
He went for the rope oh then
He went for the rope oh then
He went for the rope and I think I was broke
And then I wish I was single again
Cause when I was single, my pockets did jingle and
I wish I was single again
My husband he died oh then
My husband he died oh then
My husband he died and I laughed till I cried to think I was single again
I married another oh then
I married another oh then
I married another he was the devil’s grandfather and I wish I was single again
He beat me and banged me oh then
He beat me and banged me oh then
He beat me and banged me he swore he would hang me and
I wish I was single again

the fiery furnaces _ single again


quinta-feira, janeiro 03, 2008

assim se escreve em bom português

«é só porque o termo d identidade e residência é também considerado pela lei como uma medida de coacção que os pressupostos de todas as medidas de
coacção e de garantia patrimonial não são os tradicionais fumus commissi delicti e o periculum libertatis, pressupostos de todas as demais medidas de coacção e de garantia patrimonial»

curso de processo penal, germano marques da silva

insónia ou resolução de ano novo # 1

há quem aproveite as noites de insónia para ler.
há quem aproveite para pensar na vida, arrumar ideias.
há quem aproveite para ver um filme. ou para ouvir música.
mas a mim deu-me para pior. deu-me para decidir que este carnaval vou-me mascarar de amy winehouse. não é nada que não tivesse pensado já. mas ontém pensei em maneiras de o fazer economicamente. preciso de uma peruca enorme, escura, para fazer o célebre beehive. preciso de uns sapatos de salto alto, verniz vermelho, devo conseguir encontrá-los numa qualquer loja do chinês. preciso também de um cinto largo, às bolinhas, vi um na feira perfeito há uns meses atrás. roupa hei-de conseguir encontrar qualquer coisa que dê para desenrascar cá por casa. depois, preciso da betty para me maquilhar. e de uma festa onde representar a personagem.

terça-feira, janeiro 01, 2008