segunda-feira, dezembro 29, 2008

FELIZ 2009



a emissão por aqui irá ser retomada no início do ano.
em princípio.
vamos lá a ver.
esperemos.

domingo, outubro 26, 2008





I need another place
Will there be peace?
I need another world
This one's nearly gone

Still have too many dreams
Never seen the light
I need another world
A place where I can go

I'm gonna miss the sea
I'm gonna miss the snow
I'm gonna miss the bees
I'll miss the things that grow
I'm gonna miss the trees
I'm gonna miss the sound
I'll miss the animals
I'm gonna miss you all

I need another place
Will there be peace?
I need another world
This one's nearly gone

I'm gonna miss the birds
Singing all this songs
Been kissing this so long

segunda-feira, outubro 20, 2008

no more loud music


ontem a musica dos belgas dEUS soou bem alto na aula magna cheia ou quase.
apesar de, na minha opinião, não ter sido um daqueles concertos memoráveis, foi excelente pois estes senhores têm material para nunca darem um mau concerto.
alinhamento praticamente igual ao de paredes de coura, o que em si não é forçosamente mau já que praticamente toda a gente ouviu aquela música que queria que tocassem, já que foi um alinhamento que percorreu todos os álbuns. mas um alinhamento tão semelhante fez-me adivinhar a música que se seguiria o que estraga um pouco o factor surpresa.

em todo o caso foi um grande concerto.

a primeira parte coube aos pontos negros, que agora andam por aí muito na moda. não me impressionaram minimamente. o som era mau, o que fazia com que praticamente não se percebesse nada do que diziam. a segunda música parecia uma cópia da primeira, a terceira uma cópia da segunda. esperava mais, dado todo o alvoroço à volta deles. em todo o caso acredito que sejam bem melhores em álbum do que em concerto.



e um tom barman sempre igual a sim próprio. nem é preciso dizer mais nada...

segunda-feira, outubro 13, 2008

se tal fosse possível


tinha-me esvaído em lágrimas, este sábado.


a lista de schindler

quinta-feira, outubro 09, 2008

i'm not living... just killing time

fiz por estes dias a maior ausência do blog.
de facto, depois de um dia em frente a um computador apetece-me tudo menos escrever aqui. ou visitar aqueles que se tornaram meus amigos de hobby. a todos as minhas desculpas, porque realmente ainda não me habituei totalmente ao ritmo proletário.
tive entretanto tempo para ir ver porcupine tree ao incrível almadense, banda que desconhecia quase por completo mas que aprendi a gostar. não consegui desfrutar em pleno do concerto porque agora tenho horário de dormir de galinha, o que me fez quase adormecer lá para o fim. vergonhoso.

houve também tempo para uma pessoa que me era querida se ir embora deste mundo.

quarta-feira, setembro 24, 2008

fragmentos

mais um para a minha lista de sonhos com músicos: sonhei com o jorge palma.


um colega do meu trabalho tem saudades do regime do salazar, porque acha que naquela altura havia mais liberdade do que agora, já que podia sair à rua sem ter medo de ser assaltado. começo a achar que não sou eu que tenho azar. eles é que são muitos e é inevitável esbarrar com eles.

segunda-feira, setembro 22, 2008

sábado, setembro 13, 2008

music is my radar


esta noite foi em cheio. conheci o ed o'brien dos radiohead (o gajo sem óculos na foto, para quem não souber que é) que me deu um abraço apertado de reconhecimento por ter uma fã tão dedicada.
mais tarde fui assistir a um concerto dos gogol bordello, na fila da frente.


vou começar a fazer uma listagem de músicos com os quais sonhei.

terça-feira, setembro 09, 2008

ninguém merece

ter uma colega de trabalho que passa o dia a ouvir e a cantar celine dion.

segunda-feira, setembro 08, 2008

quiriquiri


fim de semana de festa do avante. à parte das preferências partidárias a festa do avante é um marco incontornável na cena cultural, um dos eventos do ano.
descobri uma das melhores coisas da festa, a gastronomia. nos outros anos em que fora levei sempre o farnel digno de estudante sem dinheiro. este ano, como parte da massa proletária, com dinheiro à distância da caixa multibanco não me fiz rogada e comi uma bela bifana, uma bela salada de polvo e o excelente arroz de polvo. gastronomia à parte, em termos de concertos o balanço é também muito positivo. o primeiro dia foi marcado pela chuva que infelizmente impediu que se realizasse a gala de ópera.
no segundo dia, a primeira banda que vi foi os galandum galandaina a que, com imensa pena minha, só assisti a duas ou três músicas. fiquei com muita vontade de conhecer mais. seguiram-se os kumpania algazarra, que são giros mas ao fim de uma meia hora cansam. deste dia só o camané a fechar a noite é digno de relevo. estava ansiosa para o ver ao vivo apesar de não conhecer o trabalho dele, e nunca pensei vir a gostar tanto. dispensavam-se as palminhas brejeiras ao compasso da guitarrada.
o jantar foi servido ao som dum duo setubalense que tocou carlos paredes, entre outros artistas. foi um momento absolutamente mágico, para ser apreciado em silêncio.
o terceiro dia trouxe o calor abrasador com os inevitáveis terrakota. como sempre espectaculares, mas às tantas enjoativos. provavelmente por ansiar os wraygunn que não pude apreciar condignamente em paredes de coura por causa do frio. concerto que de tão esperado passou a correr, para grande desilusão minha. ficava ali mais de duas horas a curtir a aquela loucura, com um paulo furtado completamente fora de si, no meio da multidão. um verdadeiro animal. quero ver mais.

quarta-feira, setembro 03, 2008

oh your god!


dEUS _ aula magna
19 de outubro

em homenagem à nossa querida vizinha de tenda odete em paredes de coura:


eu casava com o tom barman se ele quisesse.

terça-feira, setembro 02, 2008

fantástico



Rooks - Shearwater


memo: nunca pensei ficar tão contente por voltar a ter de ler um decreto lei, ou mesmo olhar de novo para o meu código civil

segunda-feira, setembro 01, 2008

I don't see what anyone can see in anyone else, but you *


fim de semana de emoções.
revi pela terceira vez o juno, que é já um dos filmes da minha vida. e pela terceira vez choro exactamente no mesmo sítio, quando começa a cat power a cantar. eu que nem gosto nada da dita senhora tenho no cover sea of love o meu momento de fraqueza. e depois, toda aquela banda sonora é perfeita.
a personagem juno é provavelmente a adolescente que eu gostava de ter sido (exceptuando a parte da gravidez) mas com a sensação de que em parte há um pouco de juno em mim. deve ser muito pretensiosismo e mania de que tenho piada.
em sesimbra assisti ao concerto dos dazkarieh em boa companhia. à quarta vez que os vi suspeito que esta terá sido a minha preferida, com o ambiente inesquecível da humidade que passava por nós sob a forma de nevoeiro baixo e que desafinou os instrumentos ao longo de todo o concerto. uma vez terminado graças ao à vontade característico de certa pessoa conseguimos conversar com os membros da banda, em especial com o vasco ribeiro casais e com a joana negrão. são fantásticos, humildes, simpáticos, e com paciência para nos autografarem o cd devidamente comprado na altura. são pessoas normalíssimas, todos até mais baixos que eu, mas se existe essa coisa chamada aura, eles têm-na muito bela. são inspiradores.

por fim, digo hoje adeus ao bpi, e começo amanhã trabalho na sede da zurich. finalmente um emprego adulto que ocupa o dia todo e que não implica cegar os olhos à frente de um computador com perguntas idiotas. consquentemente digo adeus à porca gordurosa e à neo-nazi. eu sei que têm pena, mas não têm mais pena que eu, que aquelas personagens já se tinham tornado parte da minha mobília.

* anyone else but you, the moldy peaches

domingo, agosto 24, 2008

diva


joan as police woman
9 de novembro, centro cultural olga cadaval
sintra

ela e a martha wainwright são as minhas divas.

sexta-feira, agosto 22, 2008

medalha de ouro


nélson évora

para consternação da minha colega nazi.

quote: deve correr-lhe muito sangue português nas veias deve.

segunda-feira, agosto 18, 2008

era enfiar-lhes a todos um espeto em brasa pelo cu acima (*)

descobri que tenho uma militante do pnr como colega de trabalho. não lhe falta nada. já foi presa, na mesma altura em que prenderam o mário machado. tem uma tatuagem de uma águia a segurar uma suástica no fundo das costas. descolora o cabelo e as sobrancelhas de modo a parecer ariana pura. passa férias sempre na suécia, rodeada dos seus semelhantes, claro está.
hoje após um conctacto telefónico com uma senhora preta, que atendeu o telefone de maneira estridente, a minha colega diz:

isto não é gente, isto são animais.

acho que não preciso de dizer mais nada. é triste, muito triste.



(*) expressão roubada à minha mãe.

quinta-feira, agosto 14, 2008

terça-feira, agosto 12, 2008

segunda-feira, agosto 11, 2008

eu não quero bater na mesma tecla

mas hoje a porca gordurosa (vide post anterior) estava a comentar uma vez mais a notícia da actualidade que é (ainda) o assalto ao bes, dizendo que a família do brasileiro não tinha direito a qualquer indemnização pela morte dele, aliás eles é que tinham ainda de pagar por aquilo que o gajo fez. se calhar até podiam era ir presos, já que ele morreu. digo eu. assim fazia-se justiça. para esses brasileiros aprenderem todos.

...

sem comentários. não se explica o valor duma vida a uma pessoa assim, pois não? não se explica que os familiares têm direito a uma indemnização pelo dano morte, por mais execrável que seja a criatura abatida, pois não?
eu pelo menos não consigo, não tenho feitio de catequista.

ouve-se (muito) boa música para esquecer as agruras do dia a dia.


pode ser ouvido aqui

domingo, agosto 10, 2008

fosgasse


já muito se escreveu e falou sobre o assalto ao bes, na passada quinta feira. num país ainda relativamente calmo e algo amador nos assaltos (estando a situação a «melhorar» cada vez mais, com os larápios a adoptarem uma postura cada vez mais profissional na sua actividade do gamanço), este exemplo fez subir a adrenalina e mexeu com sentimentos muito profundos.
primeiro, foi o assalto a um banco. situação sempre dramática, porque tudo o que mexe com o nosso dinheirinho é sempre complicado.
depois, envolveu armas, e reféns em perigo de vida, e negociações, e snipers.
e, muito importante, envolveu brasileiros. essa escumalha que devia ir para a sua terra, «era matá-los mas era todos», como hoje ouvi da boca da minha tia, «a polícia devia era ter matado os dois gajos, que era isso que mereciam» disse a porca gordurosa do meu trabalho.
confesso que foi a última das afirmações que mais me chocou. porque detesto a personagem que a proferiu, já que à minha tia dou um desconto, porque este tipo de saídas já são típicas dela. é racista, é. mas é minha tia, pertence a outra geração e é pouco instruída.
agora, esta minha colega de trabalho, se for verdade o que ela diz, está em plena fase de selecção, já muito adiantada, para a polícia judiciária. é este tipo de pessoas que é o futuro da nossa polícia. este tipo de pessoa cheio de preconceitos é que vai interrogar criminosos? este tipo de pessoa cheia de preconceitos é que vai investigar um suspeito? este tipo de pessoa, sem qualquer noção do que é essa coisa vaga chamada «dignidade da pessoa humana».
para agravar um pouco mais a situação, esta criatura acaba a frase acima reproduzida com um sonoro fosgasse. mau demais.
se há coisa que os anos amargos do curso de direito me deixaram foi uma perspectiva muito clara daquilo que deve ser a justiça, que não inclui qualquer forma de sacrifício de vida como castigo. pensando bem, foi das contribuições mais importantes que este curso me deu.
mas julgo que nem mesmo nos meus anos de trevas eu seria capaz de dizer uma barbaridade como aquela. como é possível não lamentar a morte do assaltante, ainda que não houvesse outra alternativa? não está em causa a conduta da polícia, pois não podia ter agido melhor. está em causa sim o resultado produzido, a morte duma pessoa, bandido, larápio, criminoso, cabrão, não interessa. e esse resultado é sempre de lamentar.
mas enfim, esta criatura oleosa já ia a meio do livro do gonçalo amaral um dia depois de ter saído. e quando confrontada com um sonoro: tu andas a ler isto?! por parte duma colega disse: foi a minha vizinha que me emprestou.
não tenho mais nada a dizer. por enquanto.

quinta-feira, agosto 07, 2008

...


a vista da nossa tenda


continuando o relato.
o dia 2 de agosto era, de longe, o mais aguardado. começou bem, com uma banda também por mim totalmente desconhecida, os spiritual front. sonoridades de western em pleno calor abrasador, membros da banda bem vestidinhos e cheios de charme, revelaram-se um projecto muito interessante. gostei verdadeiramente do que ouvi.
seguiram-se os teenagers, novamente um dos piores concertos que vi em toda a minha vida. com uma qualidade de música semelhante aos the sounds, não faltando o organito ridículo, e um vocalista histérico, que, valha a verdade, teve o mérito de interagir e muito com os fãs (?!) da fila da frente, indo quase para o meio deles, tiveram como ponto alto (?!?!?!?!) a ida de uma miúda para o palco, para cantar com os membros da banda. foi o momento hannah montana que ela jamais esquecerá, e que deixou muitos dos que estavam a assistir com um misto de vergonha por aquela figurinha e de prazer sádico por gozar aquele prato.
devido a complicações com o transporte do equipamento dos mars volta, estes, que eram para fechar a noite, tiveram de actuar às 21.30. foi uma pena, mesmo. porque se já assim foi inesquecível, se tivessem a oportunidade de fechar o dia, como estava programado, teria sido muito melhor. pelo menos muito mais longo, seguramente. as faces mais visíveis dos mars volta são sem dúvida omar rodriguez-lopez e cedric bixler-zavala, membros dos extintos at the drive-in. mas o que fica na retina é a prestação de uma banda composta por vários membros incrivelmente talentosos, com o destaque para um baterista infernal, e claro, para os frenéticos solos de omar. como vocalista, cedric é um portento. uma voz irrepreensível e algo estranha, que muito contribui para o som muito singular desta banda. e depois, a maneira como se mexe em palco... único. inesquecível. não foi um concerto de canções, longe disso. poucas foram as canções, contudo foram alargadas por vários minutos, numa espécie de jam session tresloucada, possuída. umas vezes mais lenta, outras vezes uma muralha sonora que quase aleijava o corpo, de tão potente. não sabia de antemão como eram ao vivo, foi um autêntica surpresa que me deixou sem fôlego. e a salivar por mais, muito mais.
a ansiedade para ver os dEUS também era imensa. muitas foram as oportunidades desperdiçadas antes desta para os ver ao vivo. nota-se claramente a grande química da banda com o nosso público e o nosso país. tom barman falou da água fria do rio e deu uma grande notícia, já que vão voltar em outubro para concertos em lisboa e no porto. o que como é de calcular levantou uma imensa ovação. quanto ao concerto em si não consigo apontar nada de negativo, talvez algumas músicas que gostava que tivessem tocado e que não o fizeram, como sempre acontece quando vamos a um concerto de uma banda de que gostamos. os grandes clássicos não foram esquecidos, como roses, suds and soda, instant street, tendo sido esta uma das melhores canções do concerto, com um final asfixiante. foi um momento completamente mágico terem tocado a nothing really ends, uma das minhas músicas preferidas de sempre, naquele sítio e naquela altura. uma sensação perto da levitação.
os wraygunn tiveram a honra inesperada de fechar o dia, já que eram para tocar na hora de mars volta, sendo uma honra completamente merecida. uma vez mais não consegui ver até ao fim. frio, cansaço, e uma imensa dor nas costas, provocada pelo maravilhoso e ao mesmo tempo desconfortável anfiteatro natural. devo ter visto cerca de metade do concerto, tendo dado para ver que estava a ser grande, enorme. paulo furtado estava visivelmente on fire por se encontrar ali a tocar para aquela multidão, e as músicas dos wraygunn conseguem ser tão boas ou melhores ao vivo. diz quem viu que o paulo furtado andou lá para o meio das filas da frente enquanto reclamava com um segurança para o largarem. isso eu já não vi.

o último dia foi o menos produtivo, por causa do cansaço e dos preparativos para a longa viagem de regresso. por isso ra ra riot não faço a mínima ideia como foi. au revoir simone ouvi da tenda, mas também não era nada que me interessasse muito.
queria ver o tributo a joy division, sobretudo quando soube que o rodrigo leão fazia parte. revelou-se um bocado uma desilusão, já que os dois ian curtis portugueses eram mauzinhos, um era desafinado, o outro para além de desafinado era muito pouco expressivo. para além disso os arranjos nem sempre resultavam bem. foi pena, porque estava à espera de bem melhor.
os biffy clyro fizeram as delícias dos muitos adolescentes que povoavam a frente com o som punk rock, que por uma vez ou outra até era bem bonzinho. mas nada que me faça ter curiosidade de descobrir mais.
os lemonheads só ouvi, já que por essa altura deambulava entre a fila para levantar dinheiro e a área da restauração. como tal não sei dizer grande coisa já que não prestei a atenção devida.
por fim, os thievery corporation tardaram bastante a aperecer, não tendo conseguido esperar por eles tive de recolher à tenda, desconfortável pela humidade que caía, pelo frio imenso e por um dedo que me doía horrívelmente que me fez ir à tenda da cruz vermelha para me tratarem um fungo (eu juro que tomei banho todos os dias) que entretanto me aparecera. o que ouvi, já na tenda, deixou-me muita pena por não estar a assistir ao concerto dos thievery corporation, mas fica a memória auditiva, sob um céu estrelado que fiz questão de contemplar longamente de modo a registar em modo postal na minha cabeça, para me lembrar por muito tempo.
pelo menos até para o ano que vem.

quarta-feira, agosto 06, 2008

fucking pós-paredes de coura!


apesar ter arriscado um bocado para ir estes dias a paredes de coura, e já sentindo alguma hostilidade por parte da minha chefe, não podia ter valido mais a pena.
nunca tinha ido a um festival de verão como verdadeira festivaleira, a dormir em tenda e a tomar banho de água fria. estive quatro dias sem me pentear, já que me esqueci da escova.
diz-se que este foi o festival mais quente de sempre, e de facto o clima era desértico, o que não nos permitia dormir até tarde, de modo a recuperar, pois o calor era insuportável, nem ver os concertos até ao fim, tal era o frio.
em termos de concertos, pois era exactamente isso que interessava, variou entre o muito bom e o muito mau.
no primeiro dia, os two gallants foram uma agradável surpresa. nunca tinha ouvido falar deles, e pareciam um pouco deslocados do resto do cartaz, sendo um duo bastante versátil, com boas canções, ainda que simples.
os the rakes conseguiram pôr grande parte dos adolescentes mtv2 em delírio, ainda que pouco conhecedores das músicas. eu própria confesso que também conheço mal, mas tendo em conta o que conheço foi um concerto tal como imaginei. o excêntrico vocalista , com algum álcool à mistura e com os seus trajeitos pouco masculinos, teve piada nas primeiras canções mas depois tornou-se um pouco cansativo. ainda assim praticam uma musiquinha boa, alegre, deram um bom concerto. aliás, ao pé daquele que se seguiu foi óptimo.
seguiram-se os the sounds. seguramente um dos piores concertos do festival, um dos piores de sempre no meu historial de espectadora. com uma vocalista de calções minúsculos e frequentemente de pernas abertas. mistura explosiva para as mulheres que estavam na plateia. duvido que haja alguma que a dada altura não tenha pensado porca de merda, badalhoca. falando por mim, essas palavras eram recorrentes na minha cabeça. a música é inconsequente, com um órgão mais irritante que o zumbido de um mosquito, com uma vocalista que para além do ar de rameira tinha uma voz péssima. enfim, uma vez mais era ver a multidão mtv2 a delirar. e claro, os solteirões de copo na mão.
de seguida vieram os editors, e uma vez mais deram um bom concerto. nota-se perfeitamente a imensa química que a banda tem com portugal. o vocalista é imparável em palco. não faltaram os grandes êxitos do primeiro «the back room» que é também aquele que conheço melhor, bem como do mais recente, já bem digerido pelos fãs fiéis que se deslocaram ao minho. foram muitas as t-shirts de editors que por ali vi a passearem-se.
os primal scream fecharam a noite, e eu fechei-me no saco cama pouco depois do concerto ter começado. frio, muito frio mesmo. mas pareceu-me um bom concerto, do pouco que vi e que depois ouvi, já na tenda.

(continua)

quarta-feira, julho 30, 2008

fucking paredes de coura!


este fim de semana é aqui que vou estar.
espero não ser despedida por faltar dois dias seguidos, mas por vezes temos de arriscar.

domingo, julho 27, 2008

parachutes

é um dos álbuns da minha vida e há algum tempo que andava esquecido na prateleira do móvel. hoje lembrei-me dele e fui buscá-lo para o ouvir no meu carro. gosto tanto que me apetecia ter a viagem durado mais uns metros para o poder ouvir na totalidade. ouve-se de rajada de tão breve.
desperta-me um carinho enorme, este álbum. provavelmente o meu preferido dos coldplay, mesmo depois deste último que é excelente, há na simplicidade deste parachutes um mel e uma inocência que não encontro em muito álbuns, aliás, assim de repente não me lembro de nenhum que me desperte tão afáveis sentimentos.
deve ser por causa de um chris martin como que a pedir colinho.

terça-feira, julho 22, 2008

todos (in)diferentes, todos iguais


esta foto de dois cadáveres de meninas ciganas estendidos no areal de uma praia italiana está a chocar meio mundo, ainda para mais por cá com todos os acontecimentos dos últimos dias da quinta da fonte.
os cadáveres estiveram durante cerca de uma hora no areal, perante a passividade de quem lá estava, já que não pareciam ser motivo de qualquer sensação de desconforto por parte de quem estava a ver. ninguém se sentiu incomodado, ninguém se insurgiu perante a demora da remoção dos corpos, ninguém ficou junto delas enquanto as diligências não foram tomadas.

sem querer entrar em falsos moralismos relativamente a como devemos tratar os ciganos, já que estes são muito culpados pelo tratamento que lhes é dado já que pouco esforço ou nenhum fazem para se inserirem na comunidade e, como tal, obedecer às regras da sociedade como um cidadão comum, esta foto não deixa de ser, no mínimo, reveladora da podridão nos nossos valores.

domingo, julho 20, 2008

alô, alô

por agora ainda não há muito a dizer de duas semanas de BPI. é o tipo de trabalho para o qual não era preciso sequer ter estudado, basta ter sangue frio e resposta sempre preparada, e isso não coisa que se aprenda. ainda assim bem sei que tenho sorte porque ao menos o meu trabalho vai ser pago.
num ambiente de trabalho composto por 80% de mulheres já tenho os meus ódios de estimação, como não podia deixar de ser.
a gordurosa do cubículo à minha frente, cabelo oleoso e braços flácidos a sairem dum top de alças, sempre debruçada para o cubículo do lado a destilar a sua simpatia de plástico, a dizer-me várias vezes «não se faz assim, mas assim, que é melhor», a comunicar com uma voz arrastada que me faria desligar imediatamente o telefone se estivesse do outro lado, é por enquanto a minha vítima preferida, enquanto rabisco no meu bloco, quando já não posso mais, «porca» «porca» «porca «porca».
é um sabor amargo a férias mais uma vez anuladas que fica cada vez que penso nisso. uma vez mais não vou sair daqui, uma vez mais posso apenas cheirar os festivais de verão ao longe.
mas como dizia uma das minhas formadoras quando alguém se queixava ao pé dela,

havias era de ter nascido quénia.

segunda-feira, julho 14, 2008

quem tiver conta no BPI que se prepare

que eu agora sou uma das chatas do caralho que liga para perguntar até que ponto está contentinho com o serviço prestado pelo banco, que é o melhor do mundo, olé!

é esta a razão para não ter escrito por aqui, nem ter visitado blogs.


prometo voltar à regularidade em breve.

domingo, julho 06, 2008

amor


tenho (re) escutado este álbum, posto de lado há algum tempo e tem sido um reatar duma relação amorosa que à segunda vez sabe melhor ainda.
sim, isso existe.

quarta-feira, julho 02, 2008

acho sinceramente

que cada vez há mais bandas com nomes extremamente imbecis.

zombie zombie?
fuck buttons?
the ting tings?

terça-feira, julho 01, 2008

democracia

fui ontém à assembleia da minha freguesia, expoente máximo do poder local junto dos cidadãos.
uma palhaçada, em linguagem corrente.
vi com os meus olhos como eram os representantes da freguesia de s. lourenço, e não gostei. o presidente da mesa orgulhoso por poder demonstrar a sua autoridade junto de tanta gente, qual dono a exibir o seu carro de alta cilindrada, a 1ª secretária vinda de uma aula de aeróbica com o cabelo ainda molhado e fato de treino, o puto da jcp provavelmente da minha idade que mais não fez do que rabiscar uma folha durante toda a sessão, e os restantes com ar alienado.
o presidente da junta, criatura sonsa que está prestes a ser o meu vizinho da frente, para todas as perguntas teve resposta, que passou sempre por garantir que se estava a pensar no assunto e pouco mais. pouco demorou a provocar a fúria dos que estavam presentes.

vi a mediocridade das nossas estruturas de poder local mesmo à minha frente.

domingo, junho 29, 2008

noto com alguma estranheza que quanto mais aborrecido é o meu dia-a-dia mais estranhos e perturbadores são os meus sonhos.

-x-

no outro dia ao chegar a casa apanho uma reportagem muito interessante no perdidos e achados na sic notícias. era sobre um homem que no início dos anos 90 se dedicava a transportar crianças para a escola, sem ganhar dinheiro com isso. ao mesmo tempo fazia de pai ou irmão mais velho dos miúdos cujo ambiente familiar muitas vezes era doentio. foi a salvação de muitos deles. mostravam-se imagens dele nesses idos anos 90, rodeado das crianças, em abraços apertados. e penso em como isto hoje seria muito difícil ou pelo menos pouco provável com todos os escândalos de pedofilia noticiados. há claramente uma inocência que se perdeu, e um homem sendo assim tão prestável para com tantos rapazinhos seria no mínimo olhado de lado.
isto foi só uma ideia que me ocorreu, até pode muito bem haver casos semelhantes a este ainda nos tempos que correm.

-x-

pego nos dois cds da amy winehouse e ouço-os de rajada para ver se ainda lá está todo aquele sentimento, aquele génio, ou se a imagem desgastada serviu para a colocar de parte.
de minha parte não mudou absolutamente nada. não gosto nem mais nem menos. ou seja, adoro.
vejo que ela está lentamente a regressar à antiga forma, pelo menos fez uma boa actuação no concerto dos 90 anos de nelson mandela.
ainda bem.

quinta-feira, junho 26, 2008

hoje descobri que

não gosto de ir à praia sózinha.
pelo menos não por enquanto, pode ser que venha a gostar.
mesmo que no caminho tenha ido a ouvir um dos álbuns da minha vida, e as estradas da arrábida se tenham travestido de interior norte americano.


domingo, junho 22, 2008

a ver se é desta que vou


sigur rós
11 de novembro, praça de touros do campo pequeno



notícia tirada em primeira mão daqui.

sexta-feira, junho 20, 2008

sacrilégio


uma parte de mim respira de alívio por não ter de ver (pelo menos tantas vezes) aqueles anúncios historicamente maus da tmn.

segunda-feira, junho 16, 2008

porto


não sou muito dada a esoterismos e a superstições, mas tenho os meus momentos. nesses momentos digo que deve ser destino.
tenho um fascínio que não percebo muito bem pelo porto. ficou-me da primeira vez que lá fui, nas viagens sempre atribuladas que fazia com os meus pais, em pequena. em pleno verão lembro-me do nevoeiro frio. do dia cinzento. dos prédios cinzentos. do pavilhão rosa mota. da torre dos clérigos, ao longe. um pressentimento maior que eu, que ainda hoje me segue, de que ali seria um bom sítio para mim.
da última vez que lá estive, tive um vislumbre de como é o porto de noite. serviu para gostar mais ainda.
não me importava que fosse, efectivamente, destino. amanhã tenho uma entrevista no porto. apanhou-me de surpresa porque já nem me lembrava de ter respondido ao anúncio. se fosse noutro sítio qualquer duvido que fosse.
mas como é no porto quem sabe se não é o destino?
se não for continuarei a tentar. e ver se é realmente ali a minha casa.

domingo, junho 15, 2008

pastilhada


anda por aí uma recente febre de máquinas de café que funcionam com pastilhas. sujam-se menos, designs bonitos, várias funcionalidades, etc.
foi uma recente aquisição cá para casa, se bem que me parece que quem lhe vai dar uso serei sobretudo eu.
ainda há pouco bebi o melhor cappuccino de sempre. e feito aqui em casa. e por mim.

terça-feira, junho 10, 2008

the rip



As she walks in the room
centred and torn
hesitating once more
as I take on myself
and the bitterness I felt
I realise that love lost
While white horses
they will take me away
and the tenderness I feel
will send the dog home to me
will I follow ?

Through the glory of life
I will scatter them on the floor
disappointed and soar
in my thoughts I have bled
from the riddles I've been fed
another light moves over
While white horses
they will take me away
and the tenderness I feel
will send the dog home to me
will I follow ?

segunda-feira, junho 09, 2008

ouve-se insistentemente por aqui


a cada audição gosto mais e mais.
não gostei à primeira, o que no meu caso só pode significar que vai andar por aqui para ser ouvido durante muitos e muitos dias.
os álbuns difíceis são os meus preferidos.
e há por aqui uns toquezinhos de especiarias sobretudo na yes que muito me agradam.
parece-me um álbum muito equilibrado, em que nenhuma música sobressai à primeira.
e esta capa... uma das melhores do ano, para mim.


Yes - Coldplay

sexta-feira, junho 06, 2008

eu casava com ele se ele quisesse # 21 roland garros edition

rafael nadal

apesar de estar a torcer pelo federer o nadal tem-me conquistado com os seus encantos, não só desportivos como outros.
para ilustrar melhor a minha ideia junto uma fotografia captada de ângulo diferente.



quinta-feira, junho 05, 2008

eu emocional outra vez


deu-me uma vontade louca de ouvir esta canção, assim de repente.
já nem me lembrava de como é linda, e de como me traz recordações de uma época em que ainda mal percebendo inglês já sabia que esta era daquelas canções intemporais. serviu de banda sonora a muito beijo apaixonado entre barbies e kens, no sossego do meu quarto.

já em criança era uma emocionalona.

oh pra mim que sou tão emocional

esta tarde os comentadores do eurosport disseram que o ténis feminino é mais emocional que o dos homens.
não há volta a dar, qualquer coisa que as mulheres façam é apelidado de emocional. falamos emocionalmente, cozinhamos emocionalmente, vemos filmes emocionais e emocionamo-nos com eles, até os nossos gases devem sair emocionalmente pelo nosso ânus emocional.

na minha opinião de apreciadora emocional de ténis esta afirmação é simplesmente estúpida.

terça-feira, junho 03, 2008

foux du fafa

a minha música do momento.
os flight of the conchords são um duo neozelandês que tem um programa hilariante e, como se isso não bastasse, são musicalmente geniais.
a minha preferida é esta, uma paródia aos êxitos da chanson française, que não me sai da cabeça.




mas todo o álbum é fantástico.

domingo, junho 01, 2008

done


curso acabado, mais depressa do que imaginei.
já posso arrumar livros, furar e arquivar folhas.
e no entanto alguma sensação de desnorte que tenho urgentemente de contrariar.

quarta-feira, maio 28, 2008

desafio


Happiness is only real when it's shared

o desafio consiste no seguinte: no mínimo de palavras possível devemos arranjar uma frase que nos descreva (de preferência cerca de seis palavras... ) e podemos dar-lhe ênfase com uma imagem.
no fundo, isto mostra o quão dependente sou dos que me rodeia. por esta altura já devia ter aprendido a depender muito mais de mim e a ficar mais imune às disputas que por vezes temos com quem mais gostamos mas simplesmente não consigo. não consigo ser feliz sózinha. admiro quem o consiga. eu, pelo menos por enquanto, não. «mas isso é normal...» poderão dizer. não. pode tornar-se demasiado castrador. enfim...
fui desafiada pela naifomaníaca M.

e agora considerem-se desafiados:
betty coltrane
maria del sol
passarola
francisco

domingo, maio 25, 2008

tenho ouvido muito por estes dias

não é um álbum muito bom. a voz é mázinha, na minha opinião (uma mistura de nico e eu própria a cantar no meu carro, como costumo dizer) mas ouve-se bem.
gosto.

Anywhere I Lay My Head - Scarlett Johansson

sexta-feira, maio 23, 2008

eu casava com ele se ele quisesse # 20


azevedo silva

recente descoberta proporcionada por este blog amigo. tenho ouvido obsessivamente o trabalho deste senhor, o josé gonzalez português como gosto de lhe chamar.
o último álbum chama-se autista e está espantoso.

myspace

terça-feira, maio 20, 2008

Cais


costuma ser o contrário, ser eu a fugir deles, mas hoje fui eu ter com o senhor da cais para comprar o exemplar deste mês. edição especial sobre a europa, comemorativa dos 50 anos do parlamento europeu e dos 22 anos de portugal na UE.
o direito comunitário foi das únicas coisas de que gostei mesmo de estudar.

juro que senti os olhares de estranheza nas minhas costas. afinal, ninguém bate insistentemente no braço do homenzito da cais para comprar a revista. acho que até ele deve ter pensado coisas estranhas sobre mim.
regra geral fujo deles, sou uma reles estudante, não tenho dinheiro para ser caridosa.

segunda-feira, maio 19, 2008

hoje vi a morte

A Morte - Azevedo Silva

várias tentativas de reanimação num corpo deitado no meio da estrada junto à cantina velha.
diz quem viu mais tarde que a pessoa acabou mesmo por morrer.


é uma sensação estranha ver acontecer a escassos metros, à vista de toda a gente, aquilo que sabemos que acontece todos os dias, mas que, como não vemos, é como se não existisse.

sábado, maio 17, 2008

foi bonita a festa pá


mas agora já posso regressar à normalidade.


um meu muito obrigada por todas as mensagens deixadas na fita virtual. tenho a barriga cheia de miminhos.

quinta-feira, maio 15, 2008

finalista



é hora de ultimar os preparativos para a bênção das fitas.
só amanhã vou conseguir reunir a maior parte delas, não que tenha dado muitas, o tempo foi escasso e como é habitual deixo tudo para o fim.
é hora de começar a colar as fitas na pasta.
dos amigos. dos tios. dos primos. da prima. da mãe da amiga. do irmão e da namorada. da mãe. do pai. do namorado.
ainda estou por conseguir ler as fitas escritas pelos meus pais sem chorar. as palavras dos pais têm aquela força, aquele amor, que nenhuma discussão é capaz de apagar. têm aquele apoio incondicional. e, sobretudo, aquele orgulho. que é também aquilo que mais me deixa orgulhosa. ver os meus pais felizes. ver o meu pai dizer, no dia em que fomos comprar o meu traje, para a mulher da loja das sopas (que por sua vez disse «é sua filha? é boazuda ela») que eu estava no último ano de direito, se fosse um pássaro estaria com as penas do peito todas entufadas. ver a minha mãe, de olhos rasos de lágrimas, dizer «meu amor», as lágrimas também a soltarem-se dos meus olhos. não devia precisar de alturas destas para me dar conta de quanto os amo. mas é em alturas como esta que mais o sinto, e que servem para me lembrar a sorte que tenho, a imensa, imensa sorte.
os cinco anos que mais me mudaram, que me vão queimar a pele para o resto da minha vida.
fiz-me mulher ali. amadureci e tive uma boa escola de filha da putice que sei que me vai ser útil para o resto da vida.
foram dias sem paixão pelo que estava a fazer, na grande maioria das vezes. foram dias que me mostraram que era sempre possível descer ainda mais baixo. mas também foram dias de gloriosas vitórias, a cada cadeira feita a pulso. conheci poucas pessoas que valessem a pena. pouquinhas. mas as que valem a pena são realmente importantes.
descobri o amor em terreno inóspito. floresceu e quase morreu. a coisa mais difícil que alguma vez tive de suportar, ao mesmo tempo que tive de me concentrar no estudo. prova superada.

sei que no sábado as emoções vão ser fortes, mas só espero que passe depressa para poder fazer a minha vida normal. e guardar para sempre como recordação.


deixo uma fita virtual a quem quiser assinar também.

terça-feira, maio 13, 2008

música que me põe bem disposta


pulp

muito bem disposta.


a passos largos para a última frequência do curso.
oxalá tal fosse verdade e conseguisse despachar tudo agora.

medo

domingo, maio 11, 2008

sexta-feira, maio 09, 2008

eu casava com ele se ele quisesse # 19


steve carell

ok, casar casar talvez não. mas aproveito esta parvoíce para manifestar a minha adoração por este homem.

quarta-feira, maio 07, 2008

neste momento, se me perguntassem

qual é para ti a música do ano, até agora?

eu responderia


dig, lazarus dig. sem hesitações.

tortura nerd


comprar este livro numa altura em que estou imersa em obrigações académicas que não têm corrido muito bem há que dizê-lo não foi boa ideia.

sexta-feira, maio 02, 2008

eu casava com ele se ele quisesse # 18


the devastations

antes que comecem a pensar mal da minha pessoa, não, não casava com o três ao mesmo tempo. foi só que estava eu a estudar quando me lembrei que hoje era sexta feira e ainda não tinha escolhido o noivo da semana. e não me ocorria ninguém. o que só se pode dever ao cansaço e ao tédio provocado pelas normas de conflitos ad hoc, e outras coisas que tais.
assim sendo, e aproveitando a canção que estava a tocar no meu media player, lembrei-me deste grupo formado por três sujeitos visualmente agradáveis, para além de terem um último álbum fantástico .

quinta-feira, maio 01, 2008

eu tento, eu juro que tento



mas não consigo ouvir outra coisa.
começo a ficar preocupada, tamanha adição não me parece muito normal.

ou


eu tento, eu juro que tento

mas não consigo perceber nada de direito internacional privado...

sexta-feira, abril 25, 2008

eu casava com ele se ele quisesse # 17


josé sócrates






brincadeirinha.
viva o 25 de abril que nos deu A liberdade, aquela que me permite hoje fazer uma parvoíce como esta:



em todo o caso eu até acho o engº sócrates um senhor atraente.

quinta-feira, abril 24, 2008

HOJE! ou pausa no conclave nº 2


a naifa _ sesimbra

de maneira a defender a minha credibilidade, há que realçar que isto não quer dizer que não esteja a cumprir o meu conclave afincadamente. mas deixar de fazer certas coisas é que não.

segunda-feira, abril 21, 2008

HOJE! ou pausa no conclave que a vida não é só estudar

nick cave _ coliseu dos recreios


He came on like a punch in the heart
Lying there with the light on his hair
Like a Jesus of the moon
A Jesus of the planets and the stars

são as minhas palavras no rescaldo do concerto de ontém. sério candidato a concerto da minha vida.
não faço críticas, quem quiser ler fica aqui.

sábado, abril 19, 2008

habemvs stvdvm

a dona deste blog está em conclave académico.
esperando pelo fumo branco do fim de curso.

sexta-feira, abril 18, 2008

eu casava com ele se ele quisesse # 16


roger federer

estava-se mesmo a ver, tinha de ser ele esta semana. fantástico, o melhor de sempre. ontém não teve adversário minimamente à altura, foi pena.
e não choveu tanto como pensava, tive sorte.