sábado, dezembro 29, 2007

eis que a determinação de ontém deu lugar ao medo aterrador, uma vez mais, sempre o medo.
é nestas alturas que se vê a determinação de uma mulher e a fragilidade de uma miúda.
e eu ainda sou uma miúda patética.








é nestas altura também que ele aparece.



There is something I wanted to tell you, it's so funny you'll kill yourself laughing.But then I, I look around, and I remember that I am alone, alone. For evermore.

The tile yard all along the railings, up a discoloured dark brown staircase here you'll find, despair and I, calling to you with what's left of my heart, my heart, for evermore.

Drinking tea with the taste of the Thames, sullenly on a chair on the pavement.Here you'll find, my thoughts and I, and here is the very last plea from myheart my heart. For evermore, where taxi drivers never stop talking under slate grey Victorian sky, here you will find, despair and I and here I am every last inch of me is yours, yours, for evermore.

Your leg came to rest against mine, then you lounged with knees up and apart and me and my heart, we knew, we just knew, for evermore.Where taxi drivers never stop talking, under slate grey Victorian sky here you'll find, my heart and I, and still we say come back, come back to Camden and I'll be good...

morrissey_come back to camden

7 comentários:

Maria del Sol disse...

Dá tempo ao tempo. Acho que não passa dum mito achar que a mulher, por mais madura que seja, não tenha os seus medos.
Daqui para a frente é sempre a melhorar. Não te esqueças que quem tropeça e não cai dá um passo maior. Tenho a certeza que contigo também vai ser assim :)

Francisco disse...

Vénia ao morrissey, claro. Essa música é fantástica.

Eu quando se fala no morrissey tenho sempre um sem número de coisas para dizer. É sem dúvida, um grande conforto. O maior da minha vida. Ver entrevistas dele no YouTube é um dos meus passatempos preferidos.

Parrovski disse...

Como já te disse, o tempo apaga tudo.

Francisco disse...

ah, um dos maiores momentos da minha, foi vê-lo em concerto em paredes de coura. ele tocou no meu dia de anos e eu estava na primeira fila. porra, foi insquecível. Ele mandou duas camisas para o público (desde o tempo dos smiths que manda) eu ainda tenho um pedaço da camisa que ele lançou para o meu lado guardado. cheguei a ter dois pedaços mas ofereci um a uma pessoa especial. :)

Cataclismo Cerebral disse...

Medos temos todos, sejamos miúdos ou adultos. Mas volto a referir: ter plena consciência dos nossos sentimentos (bons ou maus) e coragem de admiti-los é por si só já um grande indicador de maturidade. Não te esqueças disso!

passarola disse...

quando cá vieres mostro-te um livro para putos que tenho aqui, onde os miúdos chegam à brilhante conclusão que o medo também tem medo do medo e dão uma brutal gargalhada. Uma gargalhada cheia de força para esses lados!

Vertigo disse...

O meu Morrissey aqui :)))) pronto,agora completamente rendida..

Bisou