segunda-feira, julho 31, 2006


sexta feira dia 4 de agosto
local: feira de sant'iago em setúbal

domingo, julho 30, 2006

hoje em repeat





hoje sinto-me feliz.
uma espécie de tranquilidade, uma sensação de levitação, o sentir o nosso «eu» preenchido, a nossa existência cheia. o ter a certeza das decisões a tomar e das decisões tomadas.
era bom que esta sensação durasse para sempre. mas toda a gente sabe que isso não acontece. hão-de vir aí os dias em que me sinto horrorosa, em que me sinto mal disposta fisica e psicologicamente, em que nada parece bater certo, em que mal entendidos surgem e nos deixam na merda, em que as saudades apertam até sufocarem, em que a ansiedade atinge níveis estupidamente altos, em que os medos surgem do nada e as inseguranças tomam o seu lugar.
mas hoje não vou deixar que isso aconteça.
vou tentar prolongar esta felicidade por mais tempo possível.
e quando já não mo for possível lembrar-me que momentos como este hão-de vir, é só dar tempo ao tempo e esperar tranquilamente.
mas em todo o caso hoje estou feliz.
e por isso mando um beijo a toda a gente.

os homens quando querem sabem dizer coisas bonitas...


«o corpo da mulher é mais do que uma atracção, um mistério não resolvido; é o território onde o homem se perde mas sempre se salva. É dos raros momentos em que tocamos nos deuses.»

miguel veiga; revista visão

quinta-feira, julho 27, 2006

terça-feira, julho 25, 2006


«nesse vale maravilhoso, sentimo-nos agradavelmente sós. as suas paredes separam-nos do mundo, de onde não nos chega o menor ruído; o único que ouvimos é o murmúrio da água que cai das cascatas.
sonhamos que talvez um dia possamos comprar a mina de cal, quando já não a explorarem mais. construiremos nela as nossas casas rodeadas de um enorme jardim, criaremos animais e teremos ali tudo o que é necessário para a vida. fecharemos então o único caminho que conduz até ao fundo no nosso maravilhoso vale.
nenhum de nós sentirá, alguma vez, o desejo de voltar ao mundo exterior.»

acabei de ler ontém. angustiante, revoltante, chocante, desesperante...e aí por diante.
uma autêntica lição de vida. e um final extremamente inspirador.
o excerto que escrevo é exactamente os 3 últimos parágrafos do livro. depois de várias recaídas e planos falhados, a personagem principal, christiane, consegue finalmente «ver a luz ao fundo do túnel». e não é arranjando uma profissão onde receba bem numa cidade grande; não é pondo fim à vida; não é casando com um homem rico; é sim, num meio rural, rodeada de pessoas puras, com aspirações humildes e uma visão simples do mundo.

faz ter esperança, faz pensar no que realmente interessa hoje em dia. fez-me mudar a visão que tinha do mundo da droga.
adorei e recomendo.

segunda-feira, julho 24, 2006

kaboum les pititis


foi mágico. apesar de na primeira noite estar um frio de bater o dente.
o porFiar 2006 valeu realmente a pena. o «rencontres des boîtes» era um espectáculo muito original, com uma ideia que não é muito consensual. para se apreciar o mais possível do espectáculo a ideia era o espectador deambular pelas várias mesas espalhadas pelo miradouro, iluminadas pelas chamas tímidas que brilhavam dentro dos candeeiros. para se conseguir compreender a história tinha de se prestar muita atenção não só à linguagem corporal dos actores (e que actores!) como também àquela miscelânea de línguas que eles falavam. como tal muitas das histórias não deu sequer para ver porque o espectáculo não durava muito tempo. acho que é mesmo o único ponto fraco a apontar, o não ser possível absorver calmamente cada interpretação.
em todo o caso recordo com um arrepio a intensidade com que alguns actores olhavam para quem estava a assistir, os gritos ecoantes de alguns deles, as canções tristes cantadas por alguns deles.
e para completar a actuação arrebatadora a procissão atrás dos actores que iam cantando. dava vontade de os abraçar e de os beijar a todos.dava vontade de ficar à conversa com eles, ainda para mais havendo 20 deles que não eram portugueses.
fui ver a primeira noite e não consegui deixar de ir na segunda noite.
foi mágico mesmo.

raios partam os telemoveis mais as suas câmaras fotográficas xpto...mas ficou com um certo encanto, o amarelo que quase não deixa perceber os contornos do corpo dos actores!


eu sabia...desde o primeiro dia em que te vi eu sabia que te ia adorar...

sábado, julho 22, 2006

hoje em repeat


para acalmar as dores.

o meu eu positivista

o post de ontém surgiu porque na noite anterior tinha acabado de ler «o deus das moscas» de william golding. esse livro mostra que o ser humano está como que programado a, onde quer que se encontre, qualquer que seja a sua idade, criar regras para tudo. temos uma necessidade inerente à nossa existência de estabelecer balizas e condicionantes para a nossa actuação.

pus-me a pensar se uma vida assim tão delimitada seria boa ou má.

pessoalmente sou uma viciada em regras. estabeleço em quase tudo o que faço barreiras que me comprometo não transpor, e se transponho começa a consciência a roer-me.pergunto-me se é um comportamento saudável. acho que não. um pouco de espontâneidade na vida, um pouco mais de relaxamento e as coisas fluem melhor. é um dos meus defeitos, reconheço-o. mas não estou aqui para falar nos meus defeitos. ainda que admita que também não devamos abusar das regras, ninguém me consegue convencer de que são necessárias.

o problema é atingir o equlíbrio, como em tudo na vida.
podia ser cada um por si e termos uma sociedade sem regras, o que a meu ver era o desastre. para mim o homem não é naturalmente bom, como defendia rousseau. se nos abandonássemos à tentação de fazermos apenas o que cada um queria...não, não consigo imaginar. haveria de certeza coisas boas, mas acho que as más se sobreporiam às boas.
com um estado de direito as coisas más também avultam, tais como a burocracia, o chico-espertismo, mas as coisas boas sobrepõem-se às más.
a aplicação das regras ao caso concreto quantas vezes se traduzem numa injustiça...quantas vezes também não sentimos que parece que há regras para tudo, mais do que seria necessário.

mas a perfeição não existe. temos de aprender a viver com o que temos e quando alguma coisa está mal lutar para que mude.
isto é apenas, claro, a minha opinião.

agora não me lembro se já dantes era assim ou o curso de direito me anda a dar a volta ao miolo. anda a dar claramente mas não sei se esta minha veia positivista estava apenas adormecida se apareceu estretanto.

sexta-feira, julho 21, 2006

anarquia


levanto-me de manhã. estou na minha casa. nem sempre o foi, mas passou a ser quando espetei um balázio na barriga do anterior proprietário. who cares? a localização é ideal, perto do verde e da praia. um dos poucos sítios verdes, há que dizê-lo, estão a ser cada vez menos. já se sabe...o pessoal quer ir para onde é mais fresco. isto já não se está bem quase em lado nenhum...mesmo eu daqui a bocado tenho de procurar outro sítio, este está a ficar infestado de bichos, atraídos pelas minhas fezes e pelo meu lixo.
já se comia qualquer coisa...aqui ao lado há fruta e legumes, não fui eu que os plantei mas também nada me impede de os fazer meus, estão exactamente à minha altura. mesmo a pedi-las. quem também estava mesmo a pedi-las foi o gajo que morava aqui. uma pessoa a dizer educadamente que agora a casa era minha e vem-me o gajo com as tretas do antigamente. tou-me a cagar para o antigamente. não concordámos em ter uma sociedade sem regras? então? foda-se, estava farta de fazer o que me mandavam, isto agora é muito melhor. não há cá governos, esses filhos da puta que só sabem chupar o nosso dinheiro e cagar leis. a partir do momento em que se concordou em ser cada um por si não admito nenhum gajo a dizer-me que não posso ficar com a casa dele lá porque foi ele que a construiu.
ainda vai havendo uns bananas saudosistas por aí...se calhar era melhor quando tínhamos regras não?
boas tardes. sim, é minha esta casa, porquê? agora é tua? é tua mas é o caralho! quê? que é que fazes?!
...

quinta-feira, julho 20, 2006

all we need is wuv


eu beijo
tu beijas
ele beija
nós beijamos
vós beijais
eles beijam

eu salto (ou não...)


parece que hoje se todas as pessoas no planeta derem um salto a esta hora, a nossa pequena bolita muda a sua órbita, reajustando-se e reajustanto assim o seu clima...
quem terá inventado isto?
mas não custa nada tentar.

segunda-feira, julho 17, 2006

into my first day of my life

ontém à noite fiquei romântica. não quer dizer que o não seja, mas subitamente fiquei mais ainda.
por isso publico as letras das canções que a meu ver melhor traduzem, sem serem lamechas, a lamechice do amor.
quanto à canção do nick cave o ênfase não pode ir apenas para a letra. todo o conjunto letra + melodia é perfeito. ainda para mais quando se tem, como eu, uma ideia feita na cabeça de um videoclip para essa música, que obviamente não irá ser posto em prática não só por falta de competência e de meios mas também porque a canção já está bem ilustrada com um videoclip lindo.
para a canção de bright eyes, a ênfase vai mesmo para a letra, já que a melodia é muito simples. não é que a simplicidade seja algo de negativo, neste caso resulta num cançãozinha acústica muito bonita, perfeita para quem sabe tocar guitarra e quer impressionar aquele/a que ama, com uma letra que, a meu ver, é algo mais do que «I love you, I can't stop thinking of you, You're so beautiful, my heart is full.» a primeira vez que ouvi a «first day of my life» lembro-me de ter pensado: «oooooooooooh...que querido...». sei que parei tudo e ouvi até ao fim com muita muita atenção. não há muitas canções que tenham esse efeito em mim.

aceitam-se sugestões de canções para juntar a estas.

I don't believe in an interventionist
GodBut I know, darling, that you do
But if I did I would kneel down and ask Him
Not to intervene when it came to you
Not to touch a hair on your head
To leave you as you are
And if He felt He had to direct you
Then direct you into my arms

Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms

And I don't believe in the existence of angels
But looking at you I wonder if that's true
But if I did I would summon them together
And ask them to watch over you
To each burn a candle for you
To make bright and clear your path
And to walk, like Christ, in grace and love
And guide you into my arms

Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms

But I believe in Love
And I know that you do too
And I believe in some kind of path
That we can walk down, me and you
So keep your candles burning
And make her journey bright and pure
That she will keep returning
Always and evermore

Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms

nick cave and the bad seeds «into my arms»
album: the boatman's call

This is the first day of my life
Swear I was born right in the doorway
I went out in the rain, suddenly everything changed
They're spreading blankets on the beach
Yours is the first face that I saw
I think I was blind before I met you
Now I don't know where I am, don't know where I've been
But I know where I want to go
And so I thought I'd let you know
That these things take forever, I especially am slow
But I realized that I need you
And I wondered if I could come home
Remember the time you drove all night
Just to meet me in the morning
And I thought it was strange, you said everything changed
You felt as if you'd just woke up
And you said, "This is the first day of my life.I'm glad I didn't die before I met you.
But, now I don't care, I could go anywhere with you
And I'd probably be happy."
So if you wanna be with me
With these things there's no telling
We'll just have to wait and see
But I'd rather be working for a paycheck
Than waiting to win the lottery
Besides, maybe this time it's different
I mean I really think you like me

bright eyes «first day of my life»
album: i'm wide awake it's morning

domingo, julho 16, 2006

low morale


aceitem a minha sugestão e percam algum tempo das vossas vidas a ver as 13 animações que este site tem para nos oferecer. o apelo vai a quem tenha tempo e um computador que o permita (está quase betty...hang on!!!! :D). e claro, a não perder a animação que fizeram para a «creep» dos radiohead.

http://www.lowmorale.co.uk/

sexta-feira, julho 14, 2006

fim

e vieram finalmente as férias.
com sabor a cansaço extremo. e a dever cumprido. agora a sensação estranha: «então mas?...não tenho nada para fazer?»
tenho, tenho muito que fazer, tenho muitas águas das pedras de framboesa a beber com as gajas do costume, tenho pele para tostar, tenho músicas para ouvir, filmes para ver, livros para ler, muito para namorar.
por enquanto hoje...dormir...descansar um corpo que com o fim das avaliações da faculdade tem um certo mal estar, como que um desintoxicar lento, que espero que seja por poucos dias.
é que as férias chegaram e há que aproveitar.

a temperatura a continuar a subir não é para mim uma boa notícia. pode ser para muitas outras pessoas, mas um corpo pegajoso assente nos pés doridos por causa das sandálias rasas não é propriamente algo de muito prazeroso.
acho que nem sempre tive esta opinião mas digamos que há pessoas que mudam a nossa vida. e ao longo deste ano e quase três meses mudei muito.
para melhor ou para pior? não sei, apenas diferente mas seguramente mais feliz e mais madura.

ano intenso este...muito intenso...e vai sensivelmente a meio.
a vida é melhor quando partilhada.

quinta-feira, julho 13, 2006

last nite

o estudar até à uma da manhã na varanda.
a primeira brisa fresca do dia, já durante a noite, por volta das onze.
as vozes de quem passa, as famílias que passeiam.
as melgas a mordiscarem-me.
os insectos bizarros da noite atraídos pela luz do meu candeeiro.
a noite nublada que nem dava para ver as estrelas.
a lua que de vez em quando aparecia a saudar quem ainda estivesse acordado.
o livro de direitos reais no meu colo.
o meu cérebro a pedir urgentemente descanso.
a minha teimosia e persistência ou talvez mais a consciência a resistirem aos apelos do meu cérebro por descanso.
a sensação de missão cumprida.
a janela do quarto aberta.
o despir às escuras para as melgas não entrarem.
o dormir em roupa interior.
uma perna para cada lado.
os lençóis ao início frescos mas logo depois quentes quentes.
o mergulho num sono profundo.
o acordar às oito da manhã com o barulho de camiões e de máquinas dos homens das obras.
um acordar com uma sensação de cansaço que não tinha antes de me deitar.
um dia longo e quente de estudo pela frente.
uma tentativa de encontrar uma força interior que parece já não haver...

um post que parece uma música do abrunhosa!

quarta-feira, julho 12, 2006

:)


If you knew how I long
For you now that you're gone
You'd grow wings and fly
Home to me Home tonight
And in the morning sun
Let's pretend we're bunny rabbits
Let's do it all day long
Let abbots, Babbitts and Cabots
Say Mother Nature's wrong
And when we've had a couple'a'beers
We'll put on bunny suits
I long to nibble your ears
And do as bunnies do
Let's pretend we're bunny rabbits
Let's do it all day long
Rapidly becoming rabid
Singing little rabbit songs
I can keep it up all night
I can keep it up all day
Let's pretend we're bunny rabbits
Until we pass away
Let's pretend we're bunny rabbits
Until we pass away



magnetic fields - let's pretend we're bunny rabbits
69 lovesongs

shine on you crazy diamond

syd barrett
1946-2006

"Remember when you were young, you shone like the sun."

pequenino plágio de um post no blog da radar...coisas da inexperiência e de alguma falta de creatividade de um cérebro mirrado de tão espremido...

«total falta de respeito» ou «o dia em que saí da faculdade às onze da noite e podia ter saído mais tarde»

o título basicamente resume uma das experiências mais bizarras em 3 anos de curso de direito. e quando neste curso cada dia é uma experiência bizarra isto foi algo grande!

cenário: Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa
intervenientes: 13 (ou 12...whatever!) alunos, um para levantar a nota, todos os outros a rezar para fazerem a cadeira; dois professores; uma funcionária desesperada;
um securitas com ar ameaçador.
por cada aluno foram dispendidos cerca de meia hora, quarenta minutos, exceptuando a melhoria que pelo que me foi contado excedeu uma hora. fazendo-se as contas, se multiplicarmos quarenta minutos por treze alunos e depois dividirmos por sessenta minutos vai dar um total de 9 horas. pois...um turno de orais durar nove horas não é muito razoável, pois não? se nos pusermos no lugar de quem fez em primeiro lugar e de quem fez em último vemos que o desespero toma conta por diferentes razões.
posso dizer que ontém vivi um momento historico. ao fim de umas oito horas o espírito era de tal modo forte, de tal camaradagem como nunca tinha assistido naquela faculdade!
quem não se conhecia falava como se já se conhecesse há muito tempo, quem já se conhecia falava de coisas que ainda nunca tinha falado naquela faculdade.
se calhar o facto de o cérebro estar cansado conseguiu desligar o mecanismo que se liga automaticamente assim que se passam as portas automáticas e se atravessa o átrio com os pilares de pedra: o mecanismo do «agora sou estudante de direito, só vou falar de direito/futebol/festas da kapital e dar-me apenas com a minha tribo». se calhar o estarmos todos numa roupa pouco habitual também contribuiu para que as diferenças se esbatessem.
ideias como: «devíamos ter encomendado uma piza» ou «para a próxima vez trazemos uma bola e jogamos aí um joguinho» começam a surgir por volta da oitava hora.
enfim...só sei que apesar do desespero foi um dia memorável.

e sexta feira é a minha vez. sim porque ontém presenciei este episódio por solidariedade. bendita a hora! (sem qualquer ironia)
ah: não falei na funcionária desesperada: «tanto tempo tanto tempo para depois chegarem ao fim e saber que chumbaram!»
pois...

segunda-feira, julho 10, 2006

everything ends


não consegui conter as lágrimas. também não as queria conter. para quê? pode parecer ridículo, mas o que para uns pode ser puro entretenimento para mim foram pequenas lições de vida em quase todos os episódios.

vou ter saudades da família fisher.

e provavelmente não terei mais nenhum dia tão hiperactivo como o de hoje.

hot hot heat

os próximos dias prometem ser quentes... é curioso, ao mesmo tempo que escrevo isto oiço «melt with you» versão dos nouvelle vague.
o efeito de estufa que causa este céu nebulado torna o calor perto de insuportável...tenho pena dos meus colegas homens que fazem orais com este tempo, a gravata bem apertada até ao garganete, os sapatos pretos com meias, o casaquinho engomado por cima da camisa que escorre suor. por baixo do casaquinho ninguém diria.
espero o dia em que um professor se vire para o aluno e diga: passaram todos menos o sr. Bento que transpirou demais. em setembro não se esqueça de usar rexona.
acho que já ouvi comentários mais maldosos.
é uma maldade fazer orais em julho...tenho pena dos meus colegas...e de mim.

dia especial




hoje parece-me um bom dia para finalmente começar um blog só meu. se calhar é entusiasmo momentâneo. seja.

  • e parece-me um bom dia porquê?

*acaba hoje, definitivamente, a serie sete palmos de terra. e depois? depois ficará o vazio das segundas feiras às 22.30. e depois resta-me rever as historias porque a família Fisher não terá histórias novas.

*é hoje editado o album a solo do vocalista dos radiohead thom yorke.

enfim...pareceu-me bem começar hj. resta saber se vou continuar.