quinta-feira, novembro 16, 2006

O caminho


O caminho sem destino
Leva-me por caminho nenhum
Faz-me falta a badalada o sino
Porque vou a sítio algum

Se caminho errante, divago
Sem problemas de maior
Mas se nada escrevo, tudo apago
O sofrimento interior

Nada me leva aonde quero ir
Porque não sou livre como o atum?
Podia encarar o oceano a seguir
Por caminho... caminho nenhum

Juntos erramos como um menino
Tu és eu, e nós somos um
Desde de que munidos de sorriso paladino
Não chegamos a lugar algum.

4 comentários:

Deepak Gopi disse...

Oh you are a great poet :):).
In Kerala (my state) there is a place called Munnar it just looks like that place in the pic.:)

passarola disse...

definitivamente.. gosto dos teus escritos! Parabéns!
Agora vou sempre pensar duas vezes na temática da liberdade, antes de comer um atum.. :)

refugee disse...

That must be a beautiful place. Too bad there's no wild animal life in India like there used to be when Rudyard Kipling wrote that amzing stories.

Pedro disse...

Atum? =S